quinta-feira, 14 de fevereiro de 2019

Palavra da Semana - EB1 do Torno

Os alunos da turma B do 2º/3º ano celebraram os afetos no Dia de S.Valentim com a leitura e exploração da história: " O Sapo Apaixonado". A  palavra "apaixonado" foi selecionada para fazer pesquisa no dicionário Priberam - https://dicionario.priberam.org/


Também fizeram  chuva de palavras a partir da palavra  "apaixonado", usando o programa My Word Art - Tagul.


                                                               Ad❤️ramos o trabalho!

Dia de S. Valentim na Biblioteca

 O grupo de docentes de Inglês e de Francês embelezaram a biblioteca com trabalhos elaborados pelos alunos!








quarta-feira, 13 de fevereiro de 2019

Para além da leitura!

Algumas alunas do 3º ano da EB1 de Caíde apresentaram trabalhos escritos e ilustrados sobre os livros que requisitaram na biblioteca!



Partilha de leituras - 4º ano

Os alunos da turma do 4º ano da EB1 de Caíde de Rei estiveram na biblioteca para requisitarem livros de leitura domiciliária. O Rodrigo e o Gabriel apresentaram um trabalho em power point sobre os livros que leram: "Uma Aventura Na Falésia e Uma Aventura Debaixo Da Terra", das autoras: Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada. 
Fizeram-no tão bem, que houve logo alunos a requisitarem esses livros para lerem!

terça-feira, 12 de fevereiro de 2019

Palavra da Semana - EB1 do Torno

Os alunos do 1º ano da EB1 do Torno pesquisaram o significado de duas palavras:  " mirradinha" e "anafada"  que encontraram no livro de Alice Vieira, " Corre, corre cabacinha". Através do desenho, deram a conhecer o seu significado!


PARABÉNS pelo trabalho!

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2019

Palavra da Semana - EB1 de Vilar

Para ouvir a resposta dos alunos do JI e da EB1 de Vilar à questão: O que é para ti a Liberdade? 
clicar AQUI


A Escola Básica de Vilar, na aula de Oferta Complementar, em articulação pré-escolar e primeiro ciclo, comemorou o Dia Mundial da Liberdade (23 de janeiro) com a apresentação e exploração do livro “Liberdade, o que é? “, do autor José Jorge Letria.
Criou-se um debate, onde cada aluno definiu “liberdade”.
Posteriormente, fizeram-se grupos de trabalho para realizarem pesquisas sobre o significado do vocábulo. Com base na informação recolhida, no dicionário e Wikipédia, criaram um texto informativo.

li·ber·da·de
(latim libertas, -atis)
substantivo feminino
1. Direito de proceder conforme nos pareça, contanto que esse direito não vá contra o direito de outrem.
2. Condição do homem ou da nação que goza de liberdade.
3. Conjunto das .ideias liberais ou dos direitos garantidos ao cidadão.

"liberdade", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, https://dicionario.priberam.org/liberdade [consultado em 25-01-2019].










PARABÉNS pelo excelente trabalho!





terça-feira, 5 de fevereiro de 2019

Holocausto...É sempre dia de lembrar! Para não se repetir...







Atualmente, a palavra holocausto, que advém do grego e significa todo queimado, está relacionado com um dos momentos mais nefastos da história da humanidade, realizado na Alemanha nazi, durante a Segunda Grande Guerra – o genocídio dos judeus.
Quando o regime nazi se instalou na Alemanha, em 1933, de imediato tomaram-se medidas antissemíticas.  Por exemplo, o estatuto de judeu foi redefinido, remetendo para a religião dos seus antepassados, logo todo aquele individuo que tivesse um avô judeu, passou a ser rotulado de judeu, quer praticasse essa religião ou não.
Paulatinamente, o regime nazi iniciou uma ação de afastamento dos judeus da sociedade alemã a todos os níveis, económico, social, cultural através da aplicação de uma série de leis e medidas discriminatórias. Pretendia-se assim, realizar uma ação exaltação da raça ariana, considerada superior.
Desde 1933 até ao deflagrar da Segunda Guerra Mundial, foram tomadas medidas e ações de coação da comunidade judaica tanto que muitas famílias judaicas temendo o pior começaram a abandonar a Alemanha e a instalarem-se noutros países europeus mais tolerantes.
Em 1939, a Alemanha invade a Polónia e dois milhões de judeus polacos são colocados nos ghuettos, bairros onde só residiam famílias judaicas, rodeados por altos muros e arame farpado, aí viviam uma vida muito difícil e com muitas restrições, nomeadamente a nível alimentar.
Após a invasão da URSS, em 1941, começa a ser traçado o plano de eliminação dos Judeus. Este plano é delineado por, um dos mais importantes comandantes das SS, Adolf Eichemann que pretendia eliminar doze milhões de judeus. Mais tarde, quando foi julgado em Israel, na década de 60 do séc. XX, Adolf Eichmann lamentava apenas ter conseguido eliminar somente seis milhões!...
Reinhard Heydrich, líder da Segurança do Reich, também em 1941, define o projeto “Solução Final” para a questão judaica que seria aplicado a toda a Europa ocupada. A partir desta data, os judeus são obrigados a usar uma estrela amarela, para os identificar, e começam a ser enviados/deportados para campos na Polónia, para os chamados campos de concentração ou campos de morte. Estes campos estavam apetrechados com equipamentos especiais de gás mortífero.
Para estes campos de concentração eram enviados judeus de toda a Europa ocupada – França, Bélgica, Itália, Eslováquia, Holanda, Croácia, ... – através de comboios.  Os principais campos situavam-se na Polónia ... o mais conhecido foi o de Aushwitz, onde mais de um milhão de judeus morreu gazeado.
Contudo, para estes campos de concentração não foram enviados apenas judeus, sabemos, hoje, que aí morreram também ciganos, homossexuais, cristãos, testemunhas de Jeová e comunistas.
Para apagar as provas do genocídio levado a cabo, foram, posteriormente, construídos fornos crematórios onde eram incineradas as pessoas mortas nas câmaras de gás ou simplesmente abatidas.

Não se pense que toda as pessoas aceitavam as atrocidades praticadas na época. Muitas pessoas, de forma discreta, pois temiam pela própria vida, auxiliaram muitos judeus a escaparem aos campos de concentração e consequentemente à morte. Uma dessas pessoas foi um português – Aristides Sousa Mendes – que salvou milhares de pessoas, dando-lhe um visto para Portugal.

No final da Segunda Guerra Mundial, estima-se  que morreram às mãos dos nazis mais de cinco milhões de judeus, três dos quais em campos de concentração, mais de um milhão em operações de fuzilamento e mais de seiscentos mil nos ghettos.

É para dar memória a estas pessoas e a todos aqueles que conseguiram sobreviver que esta data se comemora a nível mundial.
 Para que a Humanidade não se esqueça de um dos momentos mais terríveis da sua história.
Para recordar e para que recordando estas atrocidades não se repitam.